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Crise econômica e gestão de carreiras foram alguns dos assuntos debatidos por administradores durante o VI Congresso Brasileiro de Administração, na tarde da última sexta (05), no Centro de Convenções.
O abalo no mercado econômico veio carregado de incertezas. Até agora, turbulências movimentaram as empresas dos mais variados segmentos. Entre demissões e fusões empresariais, o que se sabe é que as turbulências trazem consigo mudanças em campos como o organizacional e tecnológico. Essa afirmação foi compartilhada pelo criador da Teoria da Administração Moderna, Geraldo Caravantes, com um público formado por alunos e administradores durante a sexta-feira (05), no VI Congresso Brasileiro de Administração no Centro de Convenções de Pernambuco.
“As modificações de hoje exigem proação, antecipação do que se vai acontecer. Tudo deve ser pensado e repensado”, observa Caravantes. Para o consultor, a crise não se esgotará em um ano ou três. Porém, a reformulação trará mais discussões sobre participação nos lucros executivos e de responsabilidade social.
Sobre a participação dos funcionários, o diretor da Faculdade Joaquim Nabuco e administrador Hercílio Belarmino, este é um dos desafios presentes nas empresas. Além deste, há o aumento significativo da lucratividade e a melhoria da comunicação entre todos os envolvidos, direta ou indiretamente, com o negócio, seja na relação patrão e empregado, colaboradores e clientes, compradores e fornecedores.
Já para o mestre em administração estratégica da Bahia, Paulo Lopes, crises são eventos que fogem do controle, mas a vida é uma sucessão de batalhas e todos precisam ter um ótimo planejamento para superá-la. “As pessoas são capazes de elaborar novas ideias, inovar, ou colocar em prática as ideias geradas”, finaliza.
Por Gianfrancesco Mello.
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