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O assunto foi analisado por Tereza Cartaxo, responsável técnica pelo Laboratório de Terapia Celular do Procape-UPE, e Mônica Cavalcanti, enfermeira participante do protocolo de terapia celular do Hospital Agamenon Magalhães.
Debates sobre uso das células-tronco no Tratamento Cardiológico marcaram o último dia de conferências no IV Congresso Nacional de Fisioterapia, realizado no Centro de Convenções de Pernambuco.
O assunto foi abordado pelas conferencistas Tereza Cartaxo, responsável técnica pelo Laboratório de Terapia Celular do Procape-UPE, e Mônica Cavalcanti, enfermeira participante do protocolo de terapia celular do Hospital Agamenon Magalhães.
As células tronco, destacadas pela sua capacidade auto-regenerativa e diferenciação de tecidos específicos, é assunto que confronta religião e ciência.“Não importa as divergências de pensamentos, o importante é a esperança que as células tronco trazem para a vida das pessoas”, destaca Mônica Cavalcanti.
Os primeiros estudos com células-tronco em Pernambuco iniciaram em 2006, no Hospital Agamenon Magalhães, com a instalação do primeiro laboratório público para testar o uso de células tronco em pacientes infartados, do Sistema Único de Saúde (SUS). Os estudos estão focados em doenças como diabetes, mal de Parkinson, lesões na medula óssea e cardiopatias graves.
Os avanços dos estudos de células-tronco em pacientes portadores da doença de Chagas, foram apresentados pela técnica do Procape, Tereza Cartaxo. Ela comentou que os avanços não são maiores porque no Brasil a permissão é só para estudos.
Por: Érika Fraga
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