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No segundo dia do IV Simpósio Nacional de Biomedicina, o tema foi debatido pela professora Luciene Scherer, mestre e doutora em bioquímica pela UFRGS.
A tarde desta sexta-feira (17), segundo dia do IV Simpósio Nacional de Biomedicina, foi marcada pela discussão sobre diagnóstico molecular. Diante de um público de 200 pessoas, no auditório do Brum, a palestrante Luciene Scherer, mestre e doutora em bioquímica pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), falou sobre diagnóstico molecular de tuberculose.
Scherer falou sobre a importância da nova técnica, que consiste em extrair e amplificar o DNA (Ácido Desoxirribonucléico) para uma detecção precoce e o diagnóstico rápido da doença para ser mais efetivo e eficiente, o manejo do paciente. A palestrante abordou também a relação entre a tuberculose pulmonar e o HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana). “A tuberculose é a segunda maior co-infecção do HIV positivo”, disse Luciene Scherer.
Segundo Edileine Dellalibera, coordenadora do curso de biomedicina da Faculdade Maurício de Nassau, atualmente a biologia molecular está em alta. Entre os assuntos discutidos estiveram: diagnóstico molecular de HPV (Papiloma Vírus Humano); fatores genéticos envolvidos na susceptibilidade a infecção pelo HIV-1; e diagnóstico molecular de hanseníase.
Por Marcelo Montanini
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