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As discussões sobre os Avanços da Saúde Brasileira nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) marcaram a primeira conferência do I Simpósio Nacional de Enfermagem, realizado no Centro de Convenções de Pernambuco.
As Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) surgiram a partir da necessidade de aperfeiçoamento e concentração de recursos materiais e humanos para o atendimento a pacientes graves. A observação contínua permite a identificação de situações e condições que afetam o prognóstico do paciente. O assunto foi tema da palestra de abertura do I Simpósio Nacional de Enfermagem, nesta sexta (17).
A coordenadora Docente da Liga da Universidade de Terapia Intensiva (Luniti), Cíntia Dutra, mestra em UTIs, abriu o debate sobre o tema: Avanços da Saúde Brasileira nas UTIs – Democratização da Assistência.
“O enfermeiro faz a diferença no cuidado do paciente”, destaca Dutra. A conferencista abordou também a qualidade da assistência prestada pelo profissional de enfermagem e de seu trabalho indispensável no cuidado do paciente.
Durante toda conferência os futuros profissionais da área de enfermagem puderam assistir a apresentações sobre diferentes tópicos desta área na terapia intensiva. Entre eles, os procedimentos que devem ser prestados ao paciente crítico na UTI, os instrumento de medida na assistência de enfermagem na UTI, democratização no atendimento.
Cíntia também pontuou os fundamentos da UTI como a necessidade de organização, cuidado, de agrupar pacientes graves, de prestar assistência imediata e observação constante para com o paciente.
Por: Daniela Ximenez
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